Posted 22 December 2011, 5 months ago | 626 notes | reblog this post
(originally vicmichaelis / via sonetosdeamor)

Só preciso que você me segure com força, e não me solte nunca mais.

Posted 22 December 2011, 5 months ago | 1,171 notes | reblog this post
(originally atitude-de-uma-garota / via ultimoapaixonado)

As pessoas mudam e ainda teêm a cara de pau de falar que você é que está diferente. Guria

Acredite ou não, eu lembro de tudo.

Posted 22 December 2011, 5 months ago | 21,931 notes | reblog this post
(originally ultimopoeta / via ultimoapaixonado)
Posted 22 December 2011, 5 months ago | 5,845 notes | reblog this post
(originally doublejawed / via skatter)

itsburied:

Mas sou eu, eu que sempre entro com boas intenções, e acabo saindo machucado. (Itsburied)

Posted 22 December 2011, 5 months ago | 3,891 notes | reblog this post
(originally itsburied / via itsburied)

[…] eu chamo de cansaço, mas não sei se é isso mesmo que eu sinto.

Posted 22 December 2011, 5 months ago | 293 notes | reblog this post
(originally enganado / via ultimoapaixonado)
Posted 22 December 2011, 5 months ago | 10 notes | reblog this post
(originally sentimentosquemagoam-deactivate / via skatter)
Posted 22 December 2011, 5 months ago | 728 notes | reblog this post
(originally allisonsargent / via skatter)

  Peguei o ônibus da saudade e fui. Sem rumo, sem saber em que ponto parar. Pensava eu, ingênua, que ele me levaria para um lugar onde tratar dos sentimentos seria mais fácil. Melhor até. Imaginei que ele me levaria por uma estrada esburacada, mas que no final chegaria em um lindo e vasto continente de felicidade. Sabes você que isso não aconteceu, não é mesmo? Em vez disso, ele me levou para um lugar sombrio, onde nada parecia ter sentido (…) De repente eu comecei a ouvir soluços, que quando me dei conta, vinham de mim mesma. Aquele ônibus me levou a lugares que eu sabia que existiam, mas não imaginava que estavam tão perto. Sabe quantas paradas havia? Bom, ele passou pela solidão, ignorância, frieza, abandono. Tinha até uma que se chamava distância, e foi ai que eu parei. Com medo de que as seguintes fossem ainda piores. Claro que pensei que talvez, mais para frente, as coisas melhorassem. Mas e se não? E se… E foi ali que fiquei, por um bom tempo. Até descobrir como sair, até saber o único jeito de ir embora dali. Sozinha, andando, amadurecendo, crescendo, por conta própria e com força de vontade. Era a única maneira, e a mais rápida. Afinal, vai saber quando o ônibus voltaria? E se voltaria? (poetisa-de-aphrodite)

Posted 22 December 2011, 5 months ago | 238 notes | reblog this post
(originally poetisa-de-aphrodite / via deslocad4)
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